quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Blá blá blá, romântico.


Minha fonte de dissabor, como ousa ser tão cruel assim ?
Permaneço sempre tão gentil, na medida do possível, mas tu sempre da um jeito de vir com teus discursos de fel. Eu engulo tanto azedume e mesmo assim só sei te dar mel. Não me seguro e te repito: Como ousa ser tão cruel assim?
Só lhe quero bem. É uma pena, amor, que tu nem sempre queiras o meu também.
Tenho paciência, e muita contigo, pois apesar dos pesares, você é minha fábrica de alegria, meu sorriso provém de quando teu amor me faz bem, e sei que só sorrio quando tu comigo caminha. Lado a lado. Sua mão na minha. Seu corpo colado no meu. Sua saliva na minha língua. E tantas outras rimas eu poderia fazer, mas não me convém escreve-las, não se sabe quem irá ler.

4 comentários:

Luciana Mira disse...

Que lindo!

mais amor, por favor. disse...

Muito lindo, fiquei encatada.
Beijo grande!

Ju Fuzetto disse...

Me vi nas tuas letras.

Belissimo, beijo

Manolo disse...

é pra apaixonar ?

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